Um Passeio, Um Exercício Mental E Criativo

Se você está dando uma volta a um problema sentado numa cadeira e apresenta-lhe outra e outra, sem achar a solução, um estudo científico confirmou o que a intuição sabia: levante-se e ande. Despéjese. Sozinho e sem um destino específico.

A idéia de que necessita pode estar a poucos passos de um passeio, seja ao ar livre ou até mesmo em uma fita, se não há mais medicamento. Em uma data em que nos falam muito de inteligência artificial, é que a criatividade é melhor começar como discurrían os alunos de Aristóteles, ou melhor, passeando e com a mente divagava, não programada. O modo peripatético. Continuamos sem ter a fórmula mágica da criatividade, contudo neste instante está claro que um passeio permite desobstruir as tubulações mentais que flui. Mario Vargas Llosa, no momento em que adquiriu o Prêmio Nobel de Literatura, contou que tinha o costume de percorrer uma hora todas as manhãs para achar inspiração.

Quando eu estava em Nova York, dizia desta forma, o fazia por Central Park, em Madrid, desde o Palácio Real até o Parque do Oeste. Não sabemos se com seu novo companheiro, Isabel Preysler, manteve o hábito, por Porta de Ferro. Também o fazia Charles Dickens, sem ter à mão o estudo de Stanford, que após digitar de nove a dois, dava-se amplo caminhadas.

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Nietzsche era tão entusiasta do passeio como para publicar do que convém “não ceder crédito a nenhum pensamento que não tenha nascido ao ar livre, sempre que nos movíamos com independência”. São ‘Os sonhos do paseante solitário’, de Jean-Jacques Rousseau, e ‘A arte de passear’, do filósofo alemão Karl Gottlob Madrid.

Este último recomendado fazê-lo com algum recurso, isto é, com regularidade, e aconselhava que fosse tomado como um alegria e não como um desafio físico. Não, não serve desfondarse pra ser mais criativo. Isso corrobora o investigador principal do estudo de Stanford, Daniel Schwartz, que também acredita que para ter a mente em melhores condições de se inspirar é ruim comparecer com a língua de fora.

É um exercício mental, não físico. José Ángel Obeso, diretor do Centro Integral pela Universidade de Madrid, não chega a ser tão ríspido como Nietzsche, contudo sim receita passeios de uma hora para oxigenar o cérebro em suas conferências. O experimento de Stanford mostra que aqueles alunos que foram expostos os problemas resolviam melhor depois de um passeio que os que ficavam sentados e presos. Barbara Oakland é uma das maiores especialistas dos EUA em como compreender a aprender ” e não tem dúvidas de que, no momento em que alguma coisa bloqueia, há que compensar.